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William Morris Davis e o ciclo geomórfico

No seu tempo, o desenvolvimento do relevo terrestre explicava-se através do relato de uma grande inundação bíblica. Em contraste, Davis desenvolveu uma teoria que explica a criação e destruição da paisagem, a que chamou ciclo geomórfico.

William_Morris_DavisFoi William Morris Davis (1850-1934) célebre geógrafo norte-americano, que propôs uma teoria geral que relaciona os agentes e os processos com os resultados que se observam na natureza. Esta teoria desenvolvia a ideia de que as montanhas e restantes acidentes geográficos são modelados pela influência de uma série de factores que se manifestam num ciclo que tem uma fase inicial, uma intermédia e uma final. O ciclo geomórfico de Davis, como é conhecido, inicia-se com o levantamento do relevo como consequência de processos geológicos. Os rios e a escorrência superficial começam a criar os vales em forma de V entre as montanhas – a etapa designa por juventude).  Durante esta primeira etapa, o relevo é mais escarpado e irregular. Depois, as correntes podem talhar vales fluviais – maturidade – e depois começar a serpentear , sobressaindo apenas suaves colinas – velhice. Finalmente, tudo chega a uma superfície quase plana, com a elevação mais baixa possível, chamados nível de base. Esta superfície foi batizada por Davis “peniplanície”, que significa “quase um plano”. Então, ocorre o “rejuvenescimento” se houver outro levantamento de montanhas e o ciclo é reativado e continua.

Não obstante, o mundo real nunca se ajusta a modelos deterministas, típicos do pensamento do início do século XX, e não é tão ordenado como os ciclos de Davis, assim como as suposições de Darwin não correspondem, de forma exata à dinâmica da evolução. Embora a teoria de Davis não explique todos os fenómenos geomórficos (de modelação terrestre) e os seus resultados na modificação da paisagem, provocou uma grande agitação no pensamento do seu tempo e ajudou a modernizar as ideias predominantes ao criar o subcampo da geografia atualmente conhecido como geomorfologia (que, por sua vez, hoje também é um subcampo da geologia).

A teoria de Davis tem aplicação em termos gerais e foi retificada, aperfeiçoada e validada através dos contributos de reconhecidos cientistas ao longo dos últimos anos. Willliam Morris Davis foi, sem dúvida, um dos maiores geógrafos académicos do século e, por isso, é conhecido como o “pai da geografia americana”.

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Noite Europeia dos Investigadores – Science Slam by PubhD Porto

No próximo dia 29 de Setembro irá acontecer uma sessão especial do PubhD Porto.

A equipa do Pubhd Porto juntou-se à equipa da INOVA+ para divulgarmos a Ciência à Moda do Norte.

Marque na agenda, dia 29 de Setembro à noite no Centro de Desportos e Congressos Matosinhos e junte-se a este evento no qual jovens cientistas terão oportunidade de explicar os seus projectos de investigação, de forma descontraída e divertida e aproveite para fazer todo o tipo de perguntas

 

Açores, um laboratório de Ciências da Terra

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A Aldeia de São Lourenço, no Município de Vila do Porto, na Ilha de Santa Maria, Açores, é uma das candidatas a 7 Maravilhas na categoria “Aldeias Protegidas”. Se este concurso contemplasse o potencial para a investigação científica, os Açores naturalmente seriam vencedores. Todo este arquipélago é um laboratório para as Ciências da Terra.

Dado o seu enquadramento geotectónico, a região dos Açores apresenta importante actividade vulcânica e sísmica, bem documentada desde o povoamento destas ilhas, a partir de meados do século XV.

Assim, existem registos de 26 importantes erupções vulcânicas que ocorreram nas ilhas de S. Miguel, Terceira, S. Jorge, Pico, Faial e no mar entre elas. Destas 26 erupções, 12 foram subaéreas (S. Miguel, Terceira, S. Jorge, Pico e Faial), de natureza predominantemente efusiva. Contudo, há registo de erupções de natureza explosiva, nomeadamente as subaéreas ocorridas na ilha de São Miguel, em 1439, nas Sete Cidades, em 1563, e as erupções de 1444 e de 1630, localizadas na Caldeira das Furnas.

As últimas erupções importantes ocorridas nos Açores foram submarinas, nomeadamente, a erupção dos Capelinhos, em 1957/58, na extremidade ocidental da ilha do Faial e a erupção do “Vulcão Oceânico da Serreta”, entre 1998 e 2000.

A análise da idade geológica calculada para cada uma das ilhas parece mostrar que, em termos gerais, as ilhas mais afastadas da Dorsal Médio- Atlântica são as mais antigas. Neste contexto, a ilha de Santa Maria é a mais antiga do arquipélago (com cerca de 8,12 milhões de anos) e, pelo contrário, a ilha do Pico é a mais jovem (com cerca de 250 000 anos).

Por sua vez, a actividade sísmica associada às principais falhas activas existentes na região dos Açores manifesta-se geralmente sob a forma de um elevado número de microssismos (sismos de magnitude inferior a 3). Contudo, periodicamente, as ilhas açorianas são afectadas por sismos moderados a fortes, mas energéticos, que têm causado destruição e impactos económicos significativos. Após 1947, as principais crises sísmicas que afectam os Açores ocorreram nos anos de 1958, 1964, 1973/74, 1980, 1988/89 e 1998.

Tendo em conta a sismicidade que evidenciam, as ilhas do Açores podem ser agrupadas em 4 grupos principais:

– as ilhas de São Miguel, Terceira e Faial, de maior sismicidade;

– as ilhas Pico e São Jorge em que há, comparativamente, menor número de sismos sentidos e de menor intensidade;

– as ilhas Graciosa e Santa Maria, que evidenciam baixa sismicidade no contexto regional, com poucos sismos sentidos;

– as ilhas das Flores e Corvo, de reduzida sismicidade, fruto do seu enquadramento geotectónico, no seio da placa Norte-americana.

Em síntese, as ilhas dos Açores, de origem vulcânica, situam-se num quadro tectónico original, o que confere a este arquipélago uma geodinâmica muito activa, accionada pela energia interna da geosfera, nomeadamente ni que se refere a fenómenos vulcânicos e sísmicos.

 

O Homem de Piltdown

Uma mandíbula, uma parte de um crânio e um dente foram os vestígios fósseis encontrados em 1913 numa quinta de Piltdown, no sul de Inglaterra. Estes vestígios foram inicialmente motivo de grande alvoroço no mundo científico da época, mas acabariam por ser a fonte de um grande escândalo.

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Charles Dawson (imagem retirada desta página)

Charles Dawson, advogado, antiquário, colecionador de objetos raros e arqueólogo amador, apresentou-se perante a prestigiada Sociedade Geológica de Londres no outono de 1913 e declarou ter descoberto o Eoanthropus dawsoni, o “Homem de Piltdown”, o antepassado da humanidade, o elo perdido, numa quinta de Piltdown, na região de Weald, no sul de Inglaterra. Durante anos manteve-se vivo o debate sobre a origem destes vestígios, e a imprensa afirmou que muito provavelmente corresponderiam ao elo perdido, que denominaram Eoanthropus dawsoni (em honra do seu descobridor).

Em 1953, quando Dawson já tinha falecido, os investigadores descobriram que os vestígios tinham sido tingidos, limados, lascados e enterrados no poço onde acabariam por ser “casualmente encontrados” pelo advogado e colecionador. Tinham começado a colocar-se cada vez mais interrogações sobre a antiguidade e a origem desses vestígios. Por fim, o dentista A.T. Marston determinou que os dentes desse esqueleto correspondiam a um orangotango, o dente solto, a um macaco, e o crânio, a um ser humano (Homo sapiens): a partir de então, as análises do conteúdo em flúor dos ossos demonstraram que o enterramento tinha sido intrusivo, e concluiu-se ainda que a cor escura dos ossos se devia a um tratamento químico.

Contudo, a “descoberta” de Dawson teve o apoio de figuras importantes do mundo científico da época, como Arthur Smith Woodward (diretor do Departamento de Geologia do Museu Britânico de História Natural e presidente da Sociedade de Geológica) e do paleontólogo e filósofo jesuíta Pierre Teilhard de Chardin. E até mesmo de escritores de grande popularidade, como Sir Arthur Conan Doyle, vizinho de Dawson e pai literário de Sherlock Holmes.

Quem cometeu a fraude? E por que razão? O certo é que desde que o engano foi divulgado surgiram especulações de todo o tipo. Uma delas recorda que o único país onde nunca se tinham encontrado vestígios de hominídeos pré-históricos era a Grã-Bretanha, e propõe que é possível que Charles Dawson se tenha proposto resgatar a “honra britânica” criando uma das maiores fraudes científicas da história. Mas, independentemente de qualquer hipótese, a verdade foi para a tumba com o seu autor.

25º Concurso Jovens Cientistas / 11º Mostra Nacional de Ciência

Nos dias 1, 2 e 3 de junho decorreu o 25º Concurso Jovens Cientistas / 11º Mostra Nacional de Ciência. Foi com enorme prazer que participei como júri que pude constatar presencialmente a excelência dos trabalhos, bem como o entusiasmo dos jovens.

Aliás, uma das coisas que mais apreciei foi verificar que os jovens estavam contentes em participar e mostrar o que faziam! Todos eles estavam extremamente motivados para falarem dos seus trabalhos. Confesso que não estava à espera de tanto entusiasmo, mas gostei de ver.

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Também me surpreendeu a qualidade dos trabalhos, havia trabalhos que me pareceram de qualidade muito superior à que esperaria ver num concurso destinado a “estudantes a frequentar o ensino básico, secundário ou primeiro ano do ensino superior, em Portugal, com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos (sendo que devem ter menos de 21 anos a 30 de setembro e mais de 14 anos a 1 de setembro).”

Muitos parabéns a todos os participantes!

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Como era um concurso, queremos saber quem ganhou, como é óbvio!

Aqui fica a lista, retirada do REDATOR:

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Imagem retirada do Redator

1º Prémio – €1.250 EASYPARK, área Engenharias, Esc.Sec.Oliveira do Bairro

Autores: Beatriz Sampaio Bastião, Luís Miguel Afonso Pinto, Olavo Filipe Saraiva

Professor: Joaquim Almeida

Selecionado para representar Portugal na final Europeia em Tallin (Estónia)


2º Prémio – €1.000 (mil euros)

Ex-aequo ShealS – Sea Heals Soil, Ciências Ambiente, Colégio Luso-Francês, Porto

Autores: Eduardo Nogueira, Francisca Martins, Gabriel Silva

Professor: Rita Rocha

Selecionado para representar Portugal na final Europeia em Tallin (Estónia)

Ex-aequo Compósito Antiséptico do Extrato da Planta Celidónia Magus, Ciências Médicas, EPT Oliva, Tábua

Autores: Bruno Paulino, Carlos Eduardo Quintino, Catarina Raquel Costa

Professor: Honorata Pereira


3º Prémio – €750 – Bioplástico a partir de amido de MandiocaEscola Portuguesa de Moçambique – CELP

Autores: Beatriz Amado, Francisco Marques Fernandes, Rushali Sacarlai

Professor: Margarida Duarte


4º Prémio – €600 – Cultura cabisbaixaEsc. Prof. Gustave Eiffel, Entrocamento

Autores: Ana Catarina Ambrosio, Filipe Marinho

Professor: M.Fátima Roldão


5º Prémio – €400 – Halobactérias: uma bomba anti-sal, Esc. Sec. Júlio Dinis, Ovar

Autores: Catarina Barata, M.João Lopes, Raquel Silva

Professor: Carlos Oliveira

Selecionado para representar Portugal no  Intel ISEF – Pittsburgh, Pensilvânia, EUA

Foram ainda distinguidos mais alguns prémios:

Prémio Especial Ambiente – €1.000, apoiado pela Agência Portuguesa do Ambiente, para distinguir o melhor trabalho realizado na área das Ciências do Ambiente.

Avaliação dos níveis de mercúrio de uma população de jovens portugueses entre os 12 e os 18 anos,Colégio Valsassina, Lisboa 

Autores: Afonso Morgado Mota, Bernardo Soares Alves, João Neto Dickson Leal 

Professor: João Carlos Gomes


Prémio Especial Lipor – €500, apoiado pela Lipor, para atribuir a um trabalho na área científica mais representada.

An Oiyl Solution,Colégio Valsassina, Lisboa 

Autores: Beatriz Gaspar, M.Inês Costa, Miguel Neto 

Professor: Andreia Luz


Prémio Porto Editora – €300 edições e publicações (exceto manuais escolares).

Inquérito sobre alimentação saudável, E.S. Augusto Gomes, Matosinhos 

Autores: Leonor Pereira Ferreira, Miguel Prisco Pala Filipe, Pedro Martin Andrade Pereira

Professor: Augusta Torres Pinto


Prémio Especial Professor Coordenador do 1º Prémio, no valor de €400: Prof. Joaquim Almeida, Esc.Sec.Oliveira do Bairro

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O trabalho que mais gostei de ver foi o “An Oiyl Solution” apresentado por Beatriz Gaspar, M. Inês Costa, Miguel Neto  e coordenado pela Professora Andreia Luz. Abordava o tratamento da Malária – área onde tenho vindo a trabalhar (podem ver aqui) – e estava extremamente bem feito, como poderão constatar  pelo vídeo que eles generosamente me cederam:

Achei piada ao facto (um pouco mórbido, é verdade) de as batas deles terem asinhas de mosquito e eles andarem a distribuir cartõezinhos a dizerem que estávamos infetados com malária.

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Pubhd Porto – 2ª sessão

O Pubhd Porto teve a sua 2ª sessão. Correu tudo bem!

Como descreveu a Filipa, esta segunda sessão pode ser resumida pela frase de M. Gorbatchev:

““O desafio que nos espera mais não é do que assegurar a sobrevivência da humanidade”

Se quiserem saber sobre os temas, cliquem nos links:

Da violência e seu contrário: da História à Ciência

Como se comunica num ambiente de cancro?

As galáxias preferem ambientes com…poucas galáxias

 

A próxima sessão é já no dia 29 de março e iremos ter pontes entre a Engenharia e a Astronomia, Astrofísica e Comunicação de Saúde. Apareçam no Pinguim Café.

Baixas em conflitos

Já estamos em 2017 e, mais uma vez, o conflito na Síria parece estar longe de estar resolvido. Todos os dias chegam até nós imagens da destruição de vários locais, da violência entre as diferentes fações e, principalmente, o drama da população que procura sobreviver a este conflito. Uma das informações que mais vezes é repetida pelos meios de comunicação social é a contagem das vítimas e dos refugiados.

Mas como é feita essa contagem? E do número de refugiados?

Ao longo dos últimos anos, uma nova disciplina tem-se dedicado a avaliar o impacto dos conflitos ou das situações de emergência humanitária em zonas de conflito armado. Aparentemente, parece um pouco fútil fazer a contagem dos indivíduos que sofreram com um conflito contudo, um simples erro no número de civis atingidos pela fome poderá ajudar a que estes fiquem esquecidos, sem alimentos e os crimes de guerra poderão ser, deste modo, mais facilmente cometidos.

A epidemiologia dos conflitos, nome desta nova disciplina, surgiu graças aos esforços dos cientistas, técnicos de estatística e trabalhadores de emergência, que se deslocam para as zonas de guerra, com o objetivo de realizar inquéritos diretos junto das populações afetadas. Este acaba por revelar-se um dos trabalhos de investigação mais duros e penosos, uma vez que implica, com uma certa periodicidade, colocar vidas em perigo.

Metodologicamente, esta investigação é um pouco diferente dos processos de recenseamento desenvolvidos periodicamente em tempo de paz. Nos países onde não existem conflitos, todas as famílias são contactadas individualmente, pelo telefone ou por carta. Nos países em guerra, utiliza-se uma técnica de amostragem por agregados, que foi desenvolvida com o propósito inicial de avaliar o impacto das campanhas de vacinação.

Esta metodologia é organizada por fases, sendo a primeira etapa a seleção das amostras de agregados familiares representativos do país. A segunda etapa consiste em escolher, aleatoriamente, famílias pertencentes a cada uma das amostras. Posteriormente, os investigadores vão a casa dessas famílias procurar informações sobre a segurança nessas zonas. Só quando existe a certeza de se tratar de uma zona segura é que os investigadores avançam para os inquéritos. Os investigadores são, normalmente, acompanhados por seguranças armados.

A realização destes inquéritos, na maior parte das vezes, é de difícil execução, uma vez que existem uma série de obstáculos a superar. Um dos maiores entraves à obtenção de estatísticas exatas é a determinação do método mais adequado de seleção dos agregados de indivíduos, de modo que estes formem uma amostra representativa da região a analisar. Por exemplo, uma região com elevada densidade populacional deve ser representada por um número mais significativo de agregados. É nesta necessidade de encontrar um método que permita selecionar uma amostra de cada um destes grupos para obter um resultado fiel da situação, que a epidemiologia dos conflitos irá evoluir nos próximos anos.

Ainda que este texto incida sobre um tema tão dramático queria deixar um voto de esperança para que o ano novo traga uma solução definitiva para este conflito

E o 3º aniversário traz um novo elemento

Fizemos 3 anos no  passado dia 6 de janeiro.

Hoje temos o prazer de anunciar que o Scientificus conta com uma nova colaboradora:

A Filipa vem trazer uma maior pluralidade ao nosso blog com a sua formação interdisciplinar. Formou-se em jornalismo e comunicação em 2003 e desde aí que algumas forças (força gravítica? Força electrostática?) vêm aproximando a Filipa da ciência. A nossa nova colaborador fez cursos de formação na área da Genética e do Direito, um mestrado em Sociologia e Comunicação e, neste momento, está a terminar o doutoramento na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.

A Filipa está também envolvida:

  • Na criação de um Centro de Excelência em Portugal “The Discoveries Centre for Regenerative and Precision Medicine”;
  • Na Noite Europeia dos Investigadores
  • E noPubhd, que ajudou a trazer para o Porto.

Como viremos certamente a comprovar, a Filipa irá trazer muito qualidade ao Scientificus. Estou ansioso por ver os textos dela. Venham eles!

 

3 anos

3 anos depois, continuamos por aqui!

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Começámos em 2014 e fomos crescendo, quer em termos de artigos, quer em número de leitores e de colaboradores. Tem sido fantástico.

Desde o início temos um total:capturar

O último ano foi especialmente produtivo:

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Os artigos mais lidos foram:

1º Extração líquido-líquido, com 4797 visualizações;

 A Quiralidade dos fármacos, com 1352 visualizações;

Isomerismo Conformacional, com 1318 visualizações;

Breve história do benzeno, com 1306 visualizações;

Estudar Química é difícil? Porquê?, com 1151 visualizações;

 

A todos os nossos leitores, muito obrigado!

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