Arquivo da categoria: Uma outra Química

Uma outra Química # 6 Artur Manuel Soares da Silva

A entrevista que trago este mês do Boletim da Sociedade Portuguesa de Química, (Uma outra QuímicaAlém da óbvia, existirá outra química que a complementa, nem que seja pela atracão ou pela reação às coisas mais prosaicas e mundanas da vida)  é a que foi realizada a Artur Silva, Professor é Professor Catedrático da Universidade de Aveiro.

Para aguçar a curiosidade, deixo aqui apenas uma das perguntas e a sua respetiva resposta; o resto da entrevista poderão ver aqui.

Lou Reed escreveu e cantou “Perfect Day”. O que poderia conter a letra que escreveria para um dia perfeito para si?

Um dia perfeito seria aquele em que eu pudesse fazer uma caminhada pela montanha…

e no final do dia receber a notícia que um dos múltiplos projectos submetidos tinha sido aprovado para financiamento!

 

 

Uma outra Química # 5 Maria Helena Garcia

A entrevista deste mês, (Uma outra QuímicaAlém da óbvia, existirá outra química que a complementa, nem que seja pela atracão ou pela reação às coisas mais prosaicas e mundanas da vida)  é a que foi realizada a Maria Helena Garcia, Professora Associada com Agregação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e Investigadora do Centro de Química Estrutural.

Para aguçar a curiosidade, deixo aqui apenas uma das perguntas e a sua respetiva resposta; o resto da entrevista poderão ver aqui.

Como é que uma pessoa que lida diariamente com o ruténio, nomeadamente para fins terapêuticos lida com a expressão “ter saúde de ferro”?

Aqui está um trocadilho muito interessante a que respondo com outro: espero também que o “ferro venha a dar saúde de ferro”. Para esclarecer um pouco este assunto, embora o ruténio esteja entre os metais mais interessantes para a pesquisa de metalofármacos há já resultados muito promissores para o ferro.

 

Uma outra Química # 4 Carlos C. Romão

A entrevista deste mês, (Uma outra QuímicaAlém da óbvia, existirá outra química que a complementa, nem que seja pela atracão ou pela reação às coisas mais prosaicas e mundanas da vida)  é a que foi realizada a Carlos C. Romão, Professor Catedrático do Instituto de Tecnologia Química e Biológica da Universidade Nova de Lisboa

Para aguçar a curiosidade, deixo aqui apenas uma das perguntas e a sua respetiva resposta; o resto da entrevista poderão ver aqui.

Quais as suas tarefas do dia-a-dia para as quais a energia de activação é baixa? E aquelas para as quais precisa de uma catalisador bem eficiente?

Discutir e planear trabalho com colaboradores e colegas é logo ali, já está. Se for preciso refaz-se outra e outra vez, até dar. Catalisadores são mesmo precisos para tratar das inúmeras e inúteis “papeladas e e-papeladas” com que, crescentemente, nos obrigam a desbaratar o nosso bem mais precioso: o tempo.

 

Uma outra Química # 3 Carlos Nieto de Castro

A terceira entrevista que trago (Uma outra QuímicaAlém da óbvia, existirá outra química que a complementa, nem que seja pela atracão ou pela reação às coisas mais prosaicas e mundanas da vida)  é a que foi realizada ao Professor Carlos Nieto de Castro, Professor Catedrático da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Para aguçar a curiosidade, deixo aqui apenas uma das perguntas e a sua respetiva resposta; o resto da entrevista poderão ver aqui.

Qual é a sua temperatura crítica, a partir da qual muda rapidamente de estado e o trabalho tem de dar necessariamente lugar ao ócio?

A temperatura crítica, no sentido termodinâmico do equilí brio de fases puras, é o ponto em que deixa de haver distinção entre o estado líquido e o estado gasoso. É o ponto em que a desordem vence a ordem, em que as forças de atrac ção entre as moléculas são ultrapassadas pelas forças de repulsão. Comigo acontece quando chego à conclusão de estar a ser pouco eficaz e pensar sem clareza. Nesta altura “passo pelas brasas” dez minutos (técnica muito avançada nas empresas / instituições mais eficientes) ou paro e vou para casa, conversar com os filhos ou entro no gabinete de um(a) colega para trocar ideias.

 

Uma outra Química # 2 Sérgio Seixas de Melo

A segunda entrevista que trago (Uma outra QuímicaAlém da óbvia, existirá outra química que a complementa, nem que seja pela atracão ou pela reação às coisas mais prosaicas e mundanas da vida)  é a que foi realizada ao Professor Sérgio Seixas de Melo, Professor Associado da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra.

Para aguçar a curiosidade, deixo aqui apenas uma das perguntas e a sua respetiva resposta; o resto da entrevista poderão ver aqui.

Entre a multiplicidade de tarefas que necessita de fazer no dia-a-dia qual é aquela em que sente que o processo de transferência de energia para a realizar é o mais eficiente? E o menos eficiente?

Hum, isto de Transferência de Energia leva-nos a outras transferências: de protão ou de eletrão. Na multiplicidade de modos de desativação do estado excitado que é o dia- -a-dia, todas são efetuadas com perda de energia não radiativa (escura!). Aquele em que o processo de TE é mais eficiente é aquele que se prende com as solicitações da FCTUC, SPQ e aulas. Tantos emails (e o que eles contêm!) por dia. E se não houvesse email? Como era mesmo há 20 anos atrás? Lembram-se?

Uma outra Química # 1 Maria José Calhorda

O Scientificus inaugura hoje um novo segmento-, “Uma outra Química. Nas primeiras segundas-feiras de cada mês, trarei aqui algumas das entrevistas publicadas na revista da Sociedade Portuguesa de Química. Com este segmento pretende verificar-se  se para “Além da óbvia, existirá outra química que a complementa, nem que seja pela atracão ou pela reação às coisas mais prosaicas e mundanas da vida“.

A primeira entrevista que trago é a que foi realizada à Professora Maria José Calhorda, Professora Catedrática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e coordenadora do Centro de Química e Bioquímica (CQB).

Para aguçar a curiosidade, deixo aqui apenas uma das perguntas e a sua respetiva resposta; o resto da entrevista poderão ver aqui.

Estarão os portugueses cientes que a Química contribui decisivamente para a satisfação das necessidades da sociedade moderna? Que visão acha que tem a sociedade portuguesa da Química?

Penso que não estão de modo nenhum cientes do papel da Química. A Química é vista através das consequências menos felizes e não de tudo aquilo de que desfrutamos nos tempos actuais. Faço um esforço permanente junto de família, amigos e conhecidos para desmistificar essa visão e evidenciar os aspectos positivos, ou seja, “as maravilhas da Química”.